Circular 002 de 2016 – Padrao Areas Alagadicas

Circular 002 de 2016 – Anexo 1 – Figura 9 (F) – Poste 7m

Circular 002 de 2016 – Anexo 2 – Figura 9 (F) – Poste 5m

Circular 002 de 2016 – Anexo 3 – Modelos de escada (metalica no poste)

Circular 002 de 2016 – Anexo 4 – Modelos de escada (metalica com base)

Circular 002 de 2016 – Anexo 5 – Modelos de escada (alvenaria)

Circular 002 de 2016 – Anexo 6 – Localidades sujeitas a Areas Alagadicas


Perguntas e respostas sobre entrada de energia em áreas alagadiças:

Qual motivo de notificar unidades consumidoras existentes e mudar o padrão para novas ligações?

Os medidores de energia antigos eram eletromecânicos, os quais eventualmente funcionavam de maneira precária após enchentes, por vezes não eram detectados os defeitos. Atualmente estes modelos de equipamentos não são mais fabricados. Já os medidores eletrônicos atualmente utilizados geralmente param de funcionar após ser submerso na água.
Os custos com a substituição dos equipamentos (material, mão de obra e energia não faturada) são elevados para Cooperativa, que por sua vez necessita adotar medidas para não impactar a tarifa dos cooperados. A segurança das pessoas também é relevante para estas decisões.

Quais iniciativas foram tomadas pela CERTAJA?

As enchentes (cheias) ocorridas em 2015 foram maiores e mais frequentes que o histórico das últimas décadas, assim, além de definir padrão para as novas ligações em conjunto com as demais Cooperativas da FECOERGS, estão sendo realizadas iniciativas de orientação e conscientização do cooperado sobre a necessidade de regularização das ligações existentes.

Qual padrão recomendado?

Para as ligações novas deve ser observado o padrão da entrada de energia em áreas alagadiças, correspondente a Figura 9(F) do RIC de BT da CERTAJA. Este regulamento está disponível para consulta nos postos de atendimento e pode ser obtido no site da CERTAJA.
Para as ligações existentes a CERTAJA emitiu a Circular 001/2016, que define a possibilidade de padronização de instalações existentes. Entre os tópicos relacionados neste documento estão o reaproveitamento de postes já instalados e a necessidade de substituição da caixa de medição existente por uma caixa com lente, que possibilite a visualização da leitura do medidor a distância.

Qual altura padronizada para instalação da caixa de medição?

Foi definido 3 metros para atender questões de segurança. Também observamos o histórico de enchente (cotas) e o padrão utilizado em outras distribuidoras do Rio Grande do Sul. Onde for maior, a caixa deve ser instalada acima do limite da maior enchente.

Quais as medições devem ser adequadas?

A iniciativa visa adequar todas entradas de energia em áreas alagadiças, observando o princípio da isonomia.

Quais benefícios de adequar as medições?

Um dos benefícios da adequação é retardar o desligamento da rede de distribuição da CERTAJA por razões de segurança em períodos de cheia.
Caso contrário, por razões de segurança, ter-se-ia que antecipar a interrupção da energia em virtude da possibilidade de contato da água com partes energizadas, aumentando o período de falta de energia para localidade.

De quem é responsabilidade pela entrada de energia?

A responsabilidade legal pela entrada de energia é do cooperado, inclusive está explicito nas Condições Gerais de Fornecimento, a popular Resolução Normativa 414/2010, mais especificamente nos itens a) e b) do I do Art. 27.
Tem questões jurídicas/regulatórias que impedem a Cooperativa de participar financeiramente nas instalações de entrada de energia, já que não são ativos de rede.

Tem loja e eletricista credenciado pela CERTAJA?

No intuito de não restringir opções do cooperado, a CERTAJA não adota credenciamento de estabelecimento comercial e de profissionais, mas faz esclarecimentos pelos canais de atendimento, realiza reuniões e presta instruções aos profissionais que comercializam e/ou instalam entradas de energia.