
A localidade de Santa Manoela, no interior de Paverama, vive um novo momento com a conclusão da nova rede trifásica construída pela CERTAJA Energia. A obra, com 17 quilômetros de extensão, 170 postes de concreto novos e 22 transformadores trifásicos, recebeu investimento de R$ 2,5 milhões e vai beneficiar direta e indiretamente mais de 450 unidades consumidoras, entre residências, propriedades rurais e pequenos negócios.
O projeto faz parte do Energia Forte no Campo, iniciativa do Governo do Estado em parceria com cooperativas, municípios e produtores, e se consolida como uma das maiores obras do programa até o momento.

A obra marca um avanço significativo para a região. “Hoje, tudo depende da energia elétrica — do conforto nas nossas casas aos investimentos em atividades rurais, comércios e indústrias. Antes, com rede monofásica ou bifásica, o cooperado não tinha confiança em ampliar cargas de equipamentos. Com a rede trifásica, o cooperado contará com uma energia elétrica de qualidade, sem oscilações, e poderá investir e usufruir sem preocupação”.
Mateus May, gerente de Distribuição

O processo
Além da substituição da rede antiga, também foi feita a limpeza da vegetação próxima, o que aumenta ainda mais a confiabilidade do sistema. Para garantir a eficiência da execução e minimizar impactos aos consumidores durante os trabalhos, a obra foi dividida em etapas.
“Utilizamos chaves provisórias e planejamos cada desligamento com cuidado. Também enfrentamos desafios no solo da região, com presença intensa de rochas, o que exigiu equipamentos especializados para abrir as cavas e viabilizar a instalação dos postes sem comprometer o cronograma”, explica Ramon Pretto Baldissera, coordenador do Setor de Projetos e Obras.

Ele destaca que a obra de Santa Manoela teve apoio de 42 trabalhadores terceirizados e dois fiscais da Cooperativa. Praticamente todas as áreas da CERTAJA Energia estiveram envolvidas, desde o planejamento, com reuniões e levantamento de interessados, até o contato direto com os cooperados.
“Agora, a região está mais preparada para crescer. O cooperado poderá usar equipamentos mais potentes e ampliar seus negócios, pois terão uma energia mais estável e confiável”, ressalta Baldissera.